Apresentadores
Felipe Aragonez

Felipe é o nosso biker! Atlético e esportivo, ele está sempre pronto para encarar uma aventura, a qualquer momento. Acha que não existe lugar impossível de se chegar de bike. É o mais crítico da turma. Tem valores fortes. Um de seus maiores sonhos é conhecer a Amazônia. Sua comida predileta é arroz com feijão com bastante sustância.
O que não pode faltar na mochila do Felipe:
Na hora de ir
- Alforge
- Câmara reserva (2)
- Remendo
- Bomba de ar
- Ferramentas
- Garrafas de água
- Barra de cereal
- Algumas mudas de roupa de ciclismo
- Bandana e capacete e luva
- Máquina fotográfica
- Guias e mapas dependendo do lugar
- Sunga
- Mochila de hidratação
Na hora de voltar
- Memórias, histórias na minha memória e algumas anotações
Marina Thomé
Tecno-naturalista, Marina é fuçada em internet e ao mesmo tempo pode passar dias e dias nos lugares mais remotos do planeta. É vegetariana, meio solitária, gosta de fazer trilhas. Desapegada do mundo material, está sempre em movimento. Já viajou para a África, adora o Atakama e quer conhecer o Pará. Se envolve e se emociona facilmente com as histórias das pessoas.
O que não pode faltar na mochila da Marina:
Na hora de ir
- Máquina fotográfica
- Violão
- MP3 (com 80% música brasileira e africana)
- Câmera de vídeo (engatinhando ainda nesta arte, mas persistente rs)
- Mochilinha de viagem
- Frutas secas e barras de cereais
- Algodão de ouvido (um deles tem que ser protegido da água, em breve opero mais esse)
- Livro
- Incenso
- Dicas de blogs de mochileiros e de amigos
- Lanterninha de cabeça
- Guia de viagem
- Biquini (se precisar usar em ambientes que o nu choca rs) nunca consigo resistir a uma cachoeira, mesmo que seja geladíssima
- Telefone de alguns amigos para ligar ,fazer uma surpresa e ouvir: “Ué, mas você está na África??!!”
- Uma meia grossa (frio no pé não dá, amo calor)
- Protetor solar
- Repelente
- Um par de brincos e anel colorido (para uma noite de “gala” no mato rs)
Na hora de voltar
- Fotos… muitas fotos… e alguns vídeos ainda mal filmados
- Algum instrumento local (tenho um monte, toco um pouco alguns rs)
- Picadas (por mais que eu me proteja, existe um sincero “amor” dos insetos por mim)
- Arranhões e cortinhos no pé (já que a paixão é andar com pé no chão no mato)
- Telefones e e-mails trocados com os mochileiros (geralmente já programando os próximos destinos)
- Presentinhos locais para amigos e família (sempre regados de um certo sentimentalismo, algo como “este é um cd de música local de um velhinho de 97 anos cubano”)
- Moedinhas locais escondidas nos bolsos
- Quilos a menos (sempre emagreço nas viagens mais extensas, ainda mais sendo vegetariana, tem lugar que fica mais difícil comer)
Caio Braz
Engraçado e tirador de onda, Caio é o mais hype da turma. Mais consumidor que os outros, nunca sai de casa sem se olhar no espelho, combina até o cordão do tênis com o resto da roupa. Mas também se vira bem em qualquer circunstância. É viajado e seu sonho de consumo é conhecer Tóquio. Quando o assunto é comida, seu prato preferido é caranguejo.
O que não pode faltar na mochila do Caio:
Na hora de ir
- Mp3 player
- Máquina fotografica
- Chapéu
- Óculos escuros
- Laptop
- Iphone
- Livro
- Protetor solar
Na hora de voltar:
- Muitas fotos
- Um artesanato local
- Algum doce ou comida para a família
- Presentes para os amigos: o mais barato possível
- Canecas, quando sobra espaço na mala